{"id":3771,"date":"2026-01-21T05:23:13","date_gmt":"2026-01-21T08:23:13","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaldoservidor.com.br\/?p=3771"},"modified":"2026-01-21T05:23:13","modified_gmt":"2026-01-21T08:23:13","slug":"depressao-e-ansiedade-causam-perdas-de-us-1-trilhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/?p=3771","title":{"rendered":"Depress\u00e3o e ansiedade causam perdas de US$ 1 trilh\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A campanha Janeiro Branco chega a 2026 em meio ao avan\u00e7o dos transtornos emocionais e dos afastamentos no trabalho. Segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), depress\u00e3o e ansiedade causam perdas globais de US$ 1 trilh\u00e3o por ano em produtividade. No Brasil, os transtornos mentais est\u00e3o entre as principais causas de licen\u00e7as m\u00e9dicas prolongadas. O tema ganha urg\u00eancia na sa\u00fade p\u00fablica e nas empresas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Rodrigo Ara\u00fajo, executivo-chefe da Global Work, o momento refor\u00e7a que a sa\u00fade mental deixou de ser um tema restrito ao indiv\u00edduo e passou a impactar diretamente a sustentabilidade das empresas. &#8220;Quando a organiza\u00e7\u00e3o s\u00f3 olha para a sa\u00fade emocional ap\u00f3s o afastamento, ela j\u00e1 est\u00e1 lidando com o preju\u00edzo. A preven\u00e7\u00e3o reduz custos invis\u00edveis e protege o desempenho do neg\u00f3cio&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A campanha, tradicionalmente associada a reflex\u00f5es pessoais no come\u00e7o do ano, ganha dimens\u00e3o corporativa \u00e0 medida que os indicadores de absente\u00edsmo e queda de produtividade se intensificam. Levantamentos do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mostram que os transtornos de ansiedade afetam cerca de 9,3% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, \u00edndice superior \u00e0 m\u00e9dia global, com reflexos diretos no ambiente de trabalho e na capacidade de entrega das equipes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Adoecimento emocional<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O debate proposto pelo Janeiro Branco evidencia que o sofrimento ps\u00edquico n\u00e3o se limita \u00e0 esfera individual. Estudos da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT) apontam que problemas de sa\u00fade mental est\u00e3o entre os principais fatores associados ao presente\u00edsmo, situa\u00e7\u00e3o em que o profissional permanece ativo, mas com desempenho reduzido. Esse fen\u00f4meno eleva custos operacionais e compromete resultados de m\u00e9dio e longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos \u00faltimos anos, empresas que negligenciaram o tema passaram a enfrentar aumento de rotatividade, eleva\u00e7\u00e3o de despesas assistenciais e maior dificuldade para reter talentos. Em contrapartida, organiza\u00e7\u00f5es que estruturaram programas preventivos registraram redu\u00e7\u00e3o de afastamentos e melhora nos indicadores de engajamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Rodrigo Ara\u00fajo avalia que o Janeiro Branco cumpre um papel importante de visibilidade, mas alerta para o risco de a\u00e7\u00f5es pontuais. &#8220;A sa\u00fade mental precisa estar no planejamento anual, com indicadores claros e acompanhamento cont\u00ednuo. N\u00e3o se trata de campanha, mas de gest\u00e3o&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as pr\u00e1ticas que v\u00eam ganhando espa\u00e7o est\u00e3o o monitoramento sistem\u00e1tico do absente\u00edsmo, o acesso facilitado a apoio psicol\u00f3gico, a capacita\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as para lidar com riscos psicossociais e a integra\u00e7\u00e3o entre sa\u00fade f\u00edsica e emocional. Essas medidas passaram a ganhar relev\u00e2ncia ap\u00f3s a atualiza\u00e7\u00e3o da Norma Regulamentadora n\u00ba 1, que incluiu oficialmente os riscos psicossociais nos programas de sa\u00fade e seguran\u00e7a do trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Do discurso \u00e0 rotina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desafio para as empresas \u00e9 transformar o alerta do Janeiro Branco em a\u00e7\u00e3o permanente. Pesquisas do F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial indicam que cada d\u00f3lar investido em programas de sa\u00fade mental pode gerar retorno m\u00e9dio de quatro d\u00f3lares em produtividade e redu\u00e7\u00e3o de afastamentos. Ainda assim, grande parte das organiza\u00e7\u00f5es brasileiras atua de forma reativa, sem protocolos estruturados ou m\u00e9tricas claras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao colocar dados econ\u00f4micos e impactos operacionais no centro da discuss\u00e3o, a campanha amplia sua relev\u00e2ncia para al\u00e9m do simbolismo. O cuidado com a sa\u00fade mental passa a ser entendido como um fator de competitividade e sustentabilidade, integrando definitivamente a agenda estrat\u00e9gica das empresas.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Avan\u00e7o da sa\u00fade mental nas empresas<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.correiodamanha.com.br\/_midias\/jpg\/2026\/01\/19\/600x378\/1_michel_cabral-535448.jpg\" width=\"640\" height=\"410\" alt=\"\">Michel Cabral | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Janeiro Branco ganha ainda mais relev\u00e2ncia no ambiente corporativo diante de um cen\u00e1rio preocupante no Brasil. Em 2024, o pa\u00eds registrou mais de 470 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais como ansiedade, depress\u00e3o e estresse cr\u00f4nico, segundo dados do Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia Social. O n\u00famero representa o maior patamar da \u00faltima d\u00e9cada e evidencia que o adoecimento emocional deixou de ser um tema individual para se tornar um desafio organizacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A press\u00e3o por resultados, a hiperconectividade, jornadas prolongadas e a dificuldade de separar vida pessoal e profissional est\u00e3o entre os principais fatores associados ao avan\u00e7o desses quadros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No contexto das empresas, os sinais nem sempre aparecem de forma expl\u00edcita. Queda de produtividade, aumento do absente\u00edsmo, presente\u00edsmo e rotatividade elevada costumam ser alguns dos primeiros ind\u00edcios de que a sa\u00fade emocional das equipes est\u00e1 comprometida. Por isso, o Janeiro Branco tem sido encarado como um ponto de partida para discuss\u00f5es mais estruturadas sobre preven\u00e7\u00e3o e cuidado cont\u00ednuo ao longo do ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Michel Cabral, executivo-chefe da Vixting, HR &amp; Health Tech, o maior desafio das empresas ainda \u00e9 abandonar uma postura exclusivamente reativa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A sa\u00fade mental n\u00e3o pode ser tratada apenas quando o colaborador j\u00e1 est\u00e1 afastado. O Janeiro Branco ajuda a abrir o di\u00e1logo, mas o cuidado precisa ser permanente. Quando o RH acompanha indicadores como absente\u00edsmo, recorr\u00eancia de atestados e tempo de retorno ao trabalho, \u00e9 poss\u00edvel identificar padr\u00f5es de risco e agir antes que o problema se agrave&#8221;, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A tecnologia tem sido uma aliada nesse processo. Plataformas digitais de sa\u00fade ocupacional permitem integrar informa\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, acompanhar hist\u00f3ricos de afastamento e mapear \u00e1reas mais vulner\u00e1veis dentro da organiza\u00e7\u00e3o. Com esses dados, o RH consegue planejar a\u00e7\u00f5es preventivas, ajustar rotinas, orientar lideran\u00e7as e estruturar programas mais eficazes de promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentro desse contexto, a Vixting desenvolveu, em sua plataforma de sa\u00fade ocupacional, um m\u00f3dulo espec\u00edfico voltado ao atendimento da NR-1, com foco no mapeamento e na gest\u00e3o dos riscos psicossociais. A solu\u00e7\u00e3o apoia as empresas na identifica\u00e7\u00e3o de fatores como sobrecarga de trabalho, press\u00e3o excessiva, conflitos organizacionais e sinais de estresse cr\u00f4nico, auxiliando na adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s novas exig\u00eancias regulat\u00f3rias e na constru\u00e7\u00e3o de ambientes mais seguros do ponto de vista emocional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Quando falamos de riscos psicossociais, estamos falando de antecipa\u00e7\u00e3o. A tecnologia permite transformar dados do dia a dia em informa\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, ajudando as empresas a se adequarem \u00e0 NR-1 e, ao mesmo tempo, protegerem as pessoas&#8221;, completa Cabral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais do que uma campanha pontual, o Janeiro Branco convida empresas e profissionais a repensarem a forma como lidam com o trabalho, as rela\u00e7\u00f5es e o bem-estar. Em um cen\u00e1rio de transforma\u00e7\u00e3o constante, colocar a sa\u00fade mental no centro da estrat\u00e9gia deixa de ser diferencial e passa a ser uma necessidade para a sustentabilidade dos neg\u00f3cios.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Pesquisa mostra rela\u00e7\u00e3o entre sa\u00fade mental e decis\u00f5es financeiras<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A rela\u00e7\u00e3o entre a sa\u00fade mental e as decis\u00f5es financeiras dos brasileiros foi objeto de pesquisa da Creditas, fintech de cr\u00e9dito com garantia, em parceria com a Opinion Box. Fatores emocionais, sociais e geracionais desempenham um papel crucial na forma como as pessoas gerenciam seu dinheiro. A pesquisa, que entrevistou 1.347 trabalhadores com carteira assinada, destaca que a vida financeira vai muito al\u00e9m de planilhas e or\u00e7amentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os resultados, no entanto, acendem um alerta para o impacto direto na sa\u00fade mental dos trabalhadores e na produtividade corporativa, especialmente no in\u00edcio do ano. Desde 2014, o Brasil registra a campanha Janeiro Branco, movimento nacional que convida a sociedade a refletir, dialogar e agir em prol do bem-estar emocional, reconhecida oficialmente desde 2023, pela Lei Federal n\u00b0 14.556\/23.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A gest\u00e3o financeira pessoal hoje exige muito mais do que conhecimento em matem\u00e1tica financeira. Entender as emo\u00e7\u00f5es, as press\u00f5es sociais e at\u00e9 as influ\u00eancias geracionais que moldam nossas escolhas com o dinheiro \u00e9 fundamental para promover um bem-estar financeiro real&#8221;, afirma Guilherme Casagrande, educador financeiro da Creditas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Casagrande ressalta que os problemas financeiros t\u00eam um efeito negativo na sa\u00fade mental e na produtividade dos trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">* 66% afirmam que problemas financeiros impactam diretamente sua sa\u00fade mental, gerando estresse, ansiedade e ins\u00f4nia.<br>* 50% sentem ansiedade constante devido ao endividamento.<br>* 38% afirmam que n\u00e3o conseguem dormir bem.<br>* 33% relatam sentir vergonha por estarem endividados.<br>* 64% afirmaram n\u00e3o conseguir cumprir hor\u00e1rios de trabalho por conta do endividamento, atribuindo o des\u00e2nimo como principal fator.<br>* 71% das pessoas performam melhor quando est\u00e3o com as contas em dia, gerando maior produtividade e menos horas extras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A ansiedade financeira atravessa todas as idades e gera\u00e7\u00f5es, n\u00e3o s\u00f3 pelo dinheiro em si, mas pelo que ele simboliza: seguran\u00e7a, poder e o sentimento de pertencimento que ele traz. Cada gera\u00e7\u00e3o pode ser mais sens\u00edvel a determinados aspectos, mas em todos os casos, a inseguran\u00e7a financeira pode gerar complica\u00e7\u00f5es significativas para a sa\u00fade mental&#8221;, complementa o especialista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em linha com as observa\u00e7\u00f5es da pesquisa sobre o impacto das finan\u00e7as na sa\u00fade mental, o especialista destaca tamb\u00e9m a forte influ\u00eancia da compara\u00e7\u00e3o social e da busca por recompensas imediatas. A maioria das pessoas, especialmente as gera\u00e7\u00f5es mais jovens, n\u00e3o busca um prop\u00f3sito de carreira, mas sim a conquista de bens materiais, como um novo celular ou carro, impulsionadas pela constante exposi\u00e7\u00e3o nas redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Vemos uma quest\u00e3o geracional de compara\u00e7\u00e3o, onde o desejo de pertencer a um grupo e ter o que o outro tem se sobrep\u00f5e a objetivos de carreira ou estudo&#8221;, explica Guilherme Casagrande.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa busca por gratifica\u00e7\u00e3o instant\u00e2nea \u00e9 refor\u00e7ada pela compuls\u00e3o. O especialista aponta que a necessidade de suprir um vazio emocional, seja por ansiedade ou depress\u00e3o, muitas vezes leva a gastos excessivos ou \u00e0 troca de uma compuls\u00e3o por outra, como o jogo. As apostas, por exemplo, oferecem um alto \u00edndice de dopamina e recompensas r\u00e1pidas, tornando-se um ref\u00fagio perigoso para quem busca al\u00edvio imediato.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Casagrande tamb\u00e9m aborda o fen\u00f4meno da &#8220;Gera\u00e7\u00e3o Sandu\u00edche&#8221;, um termo que descreve indiv\u00edduos que se veem na posi\u00e7\u00e3o de cuidar simultaneamente de seus filhos (descendentes) e de seus pais ou av\u00f3s (ascendentes). Segundo Casagrande, essa dupla responsabilidade imp\u00f5e um peso financeiro e emocional significativo, cujos desafios s\u00e3o amplamente corroborados pelos dados da pesquisa da Creditas sobre ansiedade financeira e endividamento. &#8220;A preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 com os filhos, mas tamb\u00e9m com os pais. Isso \u00e9 uma decis\u00e3o gigantesca que afeta o planejamento financeiro e a sa\u00fade mental&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o profissional, historicamente, as gera\u00e7\u00f5es mais antigas eram mais conservadoras e tinham medo de falar sobre dinheiro, sexo e religi\u00e3o, temas que eram tabus. O medo da vergonha de estar endividado levava muitos a aceitar cr\u00e9ditos ruins. Embora as gera\u00e7\u00f5es mais novas demonstram uma vis\u00e3o diferente do trabalho e um maior cuidado com as finan\u00e7as, a press\u00e3o de cuidar dos ascendentes, cujas aposentadorias muitas vezes n\u00e3o s\u00e3o suficientes para cobrir os custos de vida e sa\u00fade, adiciona uma camada extra de complexidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diante do cen\u00e1rio de endividamento, a demanda por educa\u00e7\u00e3o financeira \u00e9 clara:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">* 73% das pessoas afirmam que a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 a melhor forma de evoluir na gest\u00e3o do pr\u00f3prio dinheiro.<br>* 92% acreditam que as empresas devem oferecer educa\u00e7\u00e3o financeira como um benef\u00edcio, mas apenas * *30% tiveram algum tipo de contato com o tema no emprego atual.<br>* 75% atribuem ao RH a demanda de oferta de conte\u00fado sobre educa\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A campanha Janeiro Branco chega a 2026 em meio ao avan\u00e7o dos transtornos emocionais e dos afastamentos no trabalho. 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