{"id":3624,"date":"2026-01-14T05:42:28","date_gmt":"2026-01-14T08:42:28","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaldoservidor.com.br\/?p=3624"},"modified":"2026-01-14T05:42:28","modified_gmt":"2026-01-14T08:42:28","slug":"relacoes-publicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/?p=3624","title":{"rendered":"Rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A maturidade em rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas (PR, public relations, na sigla em ingl\u00eas) deu um salto no Brasil. Um novo levantamento da Motim, aceleradora de reputa\u00e7\u00e3o e gestora de posicionamento, mostra que o trabalho na \u00e1rea j\u00e1 \u00e9 percebido como motor de competitividade pelas empresas.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Comunica\u00e7\u00e3o<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Gabriel Oliveira, executivo da Motim,&nbsp;os resultados mostram que hoje a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 tratada dentro das organiza\u00e7\u00f5es como muito mais intencionalidade. &#8220;Hoje, as empresas mais bem-sucedidas entendem que a comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 um ativo capaz de impactar vendas, reten\u00e7\u00e3o, atra\u00e7\u00e3o de talentos&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Levantamento<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as 33 organiza\u00e7\u00f5es consultadas em dezembro, 39% apontam ganhos comunicacionais expressivos ao longo do ano e 33% afirmam que a \u00e1rea foi determinante para gerar impacto direto nos neg\u00f3cios. Apenas 9% das companhias n\u00e3o identificaram qualquer retorno, enquanto 18% informaram n\u00e3o ter \u00e1rea dedicada.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Desafio<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento refor\u00e7a que empresa, que j\u00e1 utiliza o servi\u00e7o, pretende reduzir investimentos em PR em 2026, um sinal de resili\u00eancia mesmo diante das incertezas t\u00edpicas de um ano eleitoral e de um cen\u00e1rio macroecon\u00f4mico que tende a ser adverso. Cerca de 10% informaram, inclusive, que planejam ampliar o investimento.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Liv Up<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Victor Santos, CEO da Liv Up, hoje o PR aprofunda a cultura de prop\u00f3sito e transpar\u00eancia junto ao mercado. &#8220;Construir uma rela\u00e7\u00e3o verdadeira com o consumidor sempre foi central. O PR traduz nosso prop\u00f3sito em narrativas que conectam. O resultado mais evidente \u00e9 o aumento da confian\u00e7a&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<h1 class=\"wp-block-heading\">BugHunt<\/h1>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em ciberseguran\u00e7a, a disciplina \u00e9 determinante para educar o mercado. &#8220;Nosso setor ainda est\u00e1 amadurecendo. O PR foi essencial para nos tornar refer\u00eancia e facilitar convers\u00f5es, porque muitos clientes j\u00e1 chegam confiando na marca&#8221;, explica Caio Telles, executivo-chefe da empresa BugHunt.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maturidade em rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas (PR, public relations, na sigla em ingl\u00eas) deu um salto no Brasil. Um novo levantamento da Motim, aceleradora de reputa\u00e7\u00e3o e gestora de posicionamento, mostra que o trabalho na \u00e1rea j\u00e1 \u00e9 percebido como motor de competitividade pelas empresas. 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