{"id":3324,"date":"2025-12-29T06:40:52","date_gmt":"2025-12-29T09:40:52","guid":{"rendered":"https:\/\/jornaldoservidor.com.br\/?p=3324"},"modified":"2025-12-29T06:40:52","modified_gmt":"2025-12-29T09:40:52","slug":"o-que-muda-nas-regras-para-aposentados-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/?p=3324","title":{"rendered":"O que muda nas regras para aposentados"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As regras da Previd\u00eancia Social para 2026 v\u00e3o mudar. Com a Reforma da Previd\u00eancia de 2019, Emenda Constitucional (103), criou regras de transi\u00e7\u00e3o para quem j\u00e1 estava no mercado de trabalho at\u00e9 13 de novembro daquele ano e quer se aposentar por tempo de contribui\u00e7\u00e3o. A ideia foi estabelecer crit\u00e9rios menos impactantes para a concess\u00e3o de benef\u00edcios de forma a n\u00e3o prejudicar tanto que j\u00e1 estava em atividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essas regras s\u00e3o modificadas a cada ano at\u00e9 2032, sendo exigindo mais recolhimento desses trabalhadores. Em janeiro de 2026, algumas coisas v\u00e3o mudar. As regras aplicadas aos trabalhadores da iniciativa privada em geral, que se aposentam pelo INSS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Iniciativa privada<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Idade m\u00ednima progressiva<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2019, criou-se uma regra principal de aposentadoria para novos trabalhadores (pessoas que passaram a contribuir ap\u00f3s a reforma): a exig\u00eancia de uma idade m\u00ednima de 62 anos (para mulheres) e 65 anos (homens).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas o que fazer com quem j\u00e1 estava trabalhando e contribuindo para o INSS? Foi a\u00ed que surgiu a primeira regra de transi\u00e7\u00e3o \u2014 uma tabela escalonada com a idade m\u00ednima a ser exigida a cada ano dos trabalhadores antigos (mulheres e homens), acrescida de seis meses a cada ano, at\u00e9 chegar ao novo patamar estabelecido: 62 anos (mulheres), em 2031, e 65 anos (homens), em 2027.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa idade m\u00ednima da regra de transi\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em 56 anos (mulheres) e 61 anos (homens) em 2019. E, desde ent\u00e3o, a exig\u00eancia vem aumentando em seis meses a cada ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2026, ser\u00e1 necess\u00e1rio ao trabalhador comum ter ao menos 59 anos e 6 meses de contribui\u00e7\u00e3o (mulheres) e 64 anos e 6 meses (homens) para se aposentar. Al\u00e9m disso, ser\u00e1 preciso ter recolhido por, pelo menos, 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Exig\u00eancia de pontos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes da reforma, j\u00e1 existia uma regra que permitia se aposentar por pontos. Essa pontua\u00e7\u00e3o, na pr\u00e1tica, j\u00e1 era a soma da idade do trabalhador com o tempo de contribui\u00e7\u00e3o acumulado. Com a promulga\u00e7\u00e3o da reforma, a regra dos pontos foi mantida, mas com uma adapta\u00e7\u00e3o: criou-se uma nova tabela escalonada com a pontua\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria a cada ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda no ano da reforma, a exig\u00eancia come\u00e7ou em 86 pontos (mulheres) e 96 pontos (homens). A partir da\u00ed, passou-se a cobrar mais um ponto de cada ano que passa. Em 2026, as trabalhadoras precisar\u00e3o somar 93 pontos, enquanto os trabalhadores dever\u00e3o ter 103.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As regras da Previd\u00eancia Social para 2026 v\u00e3o mudar. Com a Reforma da Previd\u00eancia de 2019, Emenda Constitucional (103), criou regras de transi\u00e7\u00e3o para quem j\u00e1 estava no mercado de trabalho at\u00e9 13 de novembro daquele ano e quer se aposentar por tempo de contribui\u00e7\u00e3o. A ideia foi estabelecer crit\u00e9rios menos impactantes para a concess\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3000,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-3324","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-politica-e-gestao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3324","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3324"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3324\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3000"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3324"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3324"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/jornaldiarioeconomico.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3324"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}